Entendendo a VLSM (Máscara de sub-rede com comprimento variável)

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 Entendendo a VLSM (Máscara de sub-rede com comprimento variável)

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Do original: Understanding Variable Length Subnet Masks (VLSMs)
By Dan DiNicolo, June 3rd, 2006

Traduzido e adaptado por Ademar Felipe Fey em 06/09/2010

Parte 1

No nível mais básico, a VLSM representa um esquema de endereçamento de rede hierarquizado. Pense nisso como calculando sub-redes várias vezes dentro do mesmo espaço de endereço IP. Por exemplo, podemos tomar a rede 192.168.0.0 e criar um grande número de sub-redes. No nosso caso, isso será utilizado para definir grandes regiões geográficas. Em seguida, vamos olhar para essas regiões (ou grandes sub-redes), individualmente, dividindo-as ainda mais em novas sub-redes. Isso nos permite dividir uma região, para efeitos da definição de sub-redes personalizadas, que atenda às exigências do nosso tamanho. Este cálculo de sub-redes adicionais pode continuar até que você ultrapasse o intervalo determinado para as sub-redes. Um esquema, devidamente concebido, de endereçamento hierárquico, faz tanto um melhor uso do espaço de endereço, como também prevê tabelas de roteamento mais otimizadas, como veremos em breve.

Esta figura apresenta a idéia básica por trás de um arranjo hierárquico de endereçamento.

Note que eu tenho mostrado apenas a divisão de uma única sub-rede e não sub-redes muito grandes, a fim de manter as coisas claras.

Usar VLSM destinada para cada rede individualmente é um pouco mais complicado que o uso da uma mesma máscara para todas as redes. Você novamente precisa caracterizar adequadamente sua rede, definindo quantos links WAN, sub-redes e hosts por sub-rede que você está lidando. A maneira mais fácil para nós começarmos é com um endereço de rede único. Neste caso, usaremos o endereço privado 192.168.0.0/16. Eu estou supondo que a nossa empresa tem quatro principais regiões geográficas, e que cada região inclui muitos escritórios pequenos.

Parte 2

Vamos começar por quebrar nossa rede 192.168.0.0/16 em 6 sub-redes de grande porte, pois que se fosse adotado 4 sub-redes, só iria comportar as atuais regiões, e não permitiria o crescimento futuro. Fazer isso não é de modo algum diferente do que nós fizemos no passado (com o cálculo de sub-redes). Para obter seis sub-redes de grande porte, nós necessitaremos roubar três bits, pois nos dá 23-2 seis sub-redes. Neste caso, torna-se nossa nova máscara 255.255.224.0 ou /19. Cada uma das IDs (identificações) das novas sub-redes estão listadas na tabela a seguir, incluindo o local em que cada uma será utilizada. (NT= observe que o autor do artigo não está utilizando a 1ª e última sub-rede).

Lembre-se que a nossa máscara de sub-rede de partida é 255.255.224.0 ou /19 nesse caso.
Usando as primeiras 4 faixas disponíveis para definir as nossas quatro LANs maiores, nós devemos identificar as sub-redes como mostrado na tabela.

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Sobre ademarfey

Professor de TI aposentado. Escritor na área de Redes de Computadores e Telecomunicações. Também pesquisa a Imigração Alemã no Brasil desde 2017.
Esse post foi publicado em Carreira, Certificação, Redes de Computadores, VLSM e marcado , , , , . Guardar link permanente.

3 respostas para Entendendo a VLSM (Máscara de sub-rede com comprimento variável)

  1. Tchipa disse:

    Caro Prof. Ademar.

    Interessante tema aque cadastrado por voce nest blog.
    Dei uma vista rapida mas menos lapidada deste tema de VLSM e estou achando super interessante, na medida que eu ainda nao entendo muito bem de ( Sub Netting) Sub Redes e estou hávido para perceber melhor….. entao eu vou dar uma leitura mais cerrada e fechada ou seja como dissestes Ler Foneticamente sobre este artigo e volto de certeza absoluta com mais promenores a respeito.

    Tchipa

  2. Conteúdo super interessante pois graças a esta técnica que nossa Internet continuou funcionando até agora. Mas o conteúdo não ficou bem elucidado em seu post, esta muito cientifico e pouco didáctico, mas de qualquer forma parabéns pelo post!

    • ademarfey disse:

      Alex,

      pessoalmente acho que o autor do texto é muito bom (um dos experts do assunto em nível mundial). Sobre a questão dos endereços IPs, não podemos nos esquecer da ajuda do NAT na economia do IPv4. Abc. Ademar

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